
O poder da Industria Cultural se fortalece quanto mais brutalmente se confessa em público. O cinema e rádio não precisam mais se apresentar como arte. A verdade de que não passa de um negócio, eles a utilizam como uma ideologia destinada a legtimar o lixo que propositalmente produzem.
A fuga do cotidiano que a Industria Cultural promete em todos os seus ramos, volta a oferecer como paraíso o mesmo cotidiano. Através da tv, rádio, jornal, revista, elaborando de forma a influenciar, aumentar o consumo, transformar hábitos, educar, informar, ser capaz de atingir e modelar a sociedade como um todo. Fiquem espertos publicitários.
Tailana.







